LINHA DO TEMPO — AÇÕES DO SINDICATO SOBRE AS CASAS BAHIA
06/10/2026
13 e 14 de agosto de 2026 — Demissões em massa e fechamento de lojas
A Casas Bahia anunciou a demissão de cerca de 3 mil trabalhadores(as) e o fechamento de quase 300 lojas. A empresa também ingressou com pedido de recuperação judicial.
A medida pegou de surpresa trabalhadores(as) e entidades sindicais, incluindo a diretoria do Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP).
18 de agosto de 2026 — Justiça determina restabelecimento provisório dos contratos
A liminar foi concedida pela juíza Katarina Roberta Mousinho de Matos, da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, em ação proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).
A medida buscou evitar que os direitos trabalhistas fossem incorporados ao processo de recuperação judicial. Caso isso ocorresse, o pagamento poderia ficar sujeito ao processo de recuperação, com possibilidade de espera de até três anos.
25 de agosto de 2026 — Primeira audiência de mediação no TRT-2
Audiência de mediação no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) para discutir a situação de trabalhadores(as) que aguardavam autorização do convênio médico para procedimentos e cirurgias.
31 de agosto de 2026 — Assembleia reúne trabalhadores(as) demitidos(as)
O SECSP realizou, em sua sede, na região central de São Paulo, uma assembleia com expressiva participação de trabalhadores(as) demitidos(as) pelas Casas Bahia.
2 de setembro de 2026 — Nova audiência no TRT-2
Em nova audiência de mediação, o SECSP voltou a cobrar uma resposta da empresa, especialmente sobre as autorizações do convênio médico para procedimentos e cirurgias.
Na ocasião, a Casas Bahia não apresentou proposta.
22 de setembro de 2026 — Sindicato vai às ruas cobrar os direitos
O SECSP realizou um ato em frente à megaloja das Casas Bahia, na região da Berrini, em São Paulo, reivindicando o pagamento das verbas rescisórias e uma definição sobre os convênios médicos.
A LUTA CONTINUA!
Desde o anúncio das demissões em massa, o SECSP vem atuando na Justiça, nas mesas de negociação, nas assembleias e nas ruas para defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras das Casas Bahia.
DEMITIU, TEM QUE PAGAR!
Direitos dos trabalhadores não são negociáveis.

